segunda-feira, 21 de setembro de 2015

INFORMAÇÕES - SETEMBRO/2015 - UMA QUESTÃO IMPORTANTE - SATISFAÇÃO AO ASSOCIADO

Clareza nas informações aos associados

Prezados amigos, bom dia.

Com alegria e entusiasmo estamos recebendo inúmeros comentários, sugestões, pedidos de esclarecimentos e milhares de acessos. Já passaram de seis mil.
É bom saber que o torcedor e o sócio estão acompanhando o blog.
Seria muito bom que houvesse identificação, para uma resposta mais pessoal e outros contatos.

Um comentário sobre a questão do post relativo ao contrato da ADIDAS merece um destaque.
Anônimo postou: 

“ Porque o associado precisa se meter no que acontece no Palmeiras. O associado é um sócio do clube social. Vai jogar tênis e nadar na piscina. O assunto Adidas é do depto. de futebol. Algo profissional. Precisamos separar muito bem o futebol profissional de resto do clube. Aliás sou totalmente a favor do setor do futebol profissional virar uma empresa distinta e separada do clube. Logico que a marca Palmeiras seria alugada a outras modalidades esportivas. ”

Respeitando a opinião de nosso colega, acredito que ele não tenha razão.

Inicialmente, expresso que, como sócio e conselheiro, me preocupo com o clube e com o time. Ambos estão ligados por um cordão umbilical. Hoje estou conselheiro (por vontade do sócio), amanhã não serei mais, mas a instituição fica e temos que cuidar dela. E ela se chama SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS. Para este fim, não há diferença entre clube e futebol.

Uma das atribuições do Conselho é fiscalizar as contas da administração


O associado precisa saber o que ocorre por uma simples razão: é o patrimônio dele que está em jogo, pois como sócio patrimonial ele tem todo direito de saber das receitas, despesas e compromissos do clube, do qual é coproprietário.

Também sou favorável a que haja separação. Mas até que isso ocorra - e é muito complicado - todas despesas e receitas pertencem ao clube, ainda que informalmente se faça separação. Mas, qualquer déficit no futebol é feito empréstimo bancário e quem responde é o clube e, portanto, patrimônio do associado enquanto proprietário de uma cota deste.

Ou seja, se o presidente (qualquer um) faz despesas exageradas no futebol e não tem receita para isso, tomando dinheiro, quem paga a conta é o clube e o sócio. Por isso ele tem todo direito de saber informes sobre receitas e despesas, no caso, do contrato de patrocínio que gera boa receita ao clube

Além disso, o Conselho tem função de fiscalizar as contas da administração e uma receita deste tipo precisa ser bem clara.

Estas são as razões da necessidade de esclarecimento ao associado.

5 comentários:

  1. Realmente, numa derrocada, não importa se a dívida advém do Departamento de Futebol ou do Social. A consequência, catastrófica, atinge a tudo e a todos. Por conta disso, é cada vez mais importante a Transparência, o Diálogo e a atuação dos Conselheiros.

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  2. CAROS, como torcedor desde meu nascimento e como sócio desde garoto, entendo que a relação não se resume a patrimonial e/ou social. A relação é de vida, de movimento, de emoção eterna. Não há razão para o sócio/associado "se meter no que acontece no Palmeiras" (SIC! - Sr. anônimo), mas, há, sim, o direiro de viver o dia a dia do clube, da agremiação, da SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS. Para tanto, todos os esclarecimentos oficiais são necesários para que notícias oficiosas não sejam tidas como verdadeiras.
    JOSÉ CAIADO NETO

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  3. WOLFGANG PAUL URLASS22 de setembro de 2015 18:39

    CONCORDO EM GÊNERO NÚMERO E GRAU COM OS COMENTÁRIOS DO CONSELHEIRO ROBERTO FLEURY;
    CONCISO E BASTANTE DIDÁTICO
    PARABÉNS MAIS UMA VEZ
    Wolfgang Paul Urlass

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  4. Amigos, boa noite. Todos tem razão. O PALMEIRAS É VIDA, É ALMA E É UM SER ÚNICO. Temos que cuidar dele e dar total transparência no que ocorre em sua administração. Quanto melhor for esta, melhor será para o clube e todos unidos em prol dele.

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  5. Nota dez aos comentaristas. O clube não pode ser administrado às escondidas, sem informações. Isso é passado e não pode voltar. Nós, sócios, temos que ajudar a implantar esta cultura de conhecimento e informações, até para escolhermos os que irão administrar a SEP. Júlio.

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