Foi numa noite de 9 de março de 1994 que, no Jardim Suspenso, eu e 18.874 pessoas assistimos a um dos mais belos jogos de futebol. Uma aula.
Inspirados, naquela oportunidade, os liderados por Luxemburgo: Sérgio, Claudio, Antônio Carlos, Cléber e Roberto Carlos; César Sampaio (Tonhão), Amaral, Mazinho (Jean Carlo) e Zinho; Edílson e Evair massacraram o Boca de Cesar Menotti.
Com 15 minutos, em jogada da zaga, Cleber marcou o primeiro. Aos 32 um gol contra de Noriega.
No segundo tempo, Roberto Carlos fez aos seis minutos, aos nove foi a vez de Edilson, aos 18 Evair, mais quatro minutos e Jean Carlos fechou a goleada. O Boca ainda fez o gol de honra de pênalti.
O confronto entre os times se iniciou em 3 de fevereiro de 1935, quando Palmeiras e Boca empataram (1 x 1) em amistoso, em São Paulo e esta foi a maior goleada nos confrontos diretos.
Mesmo elástica e mais expressiva, o passeio sobre o Boca Juniors não foi a maior goleada da história do Palmeiras na Libertadores. No ano seguinte, em 1995, o Verdão venceu El Nacional por incríveis 7 a 0.
Destaque-se que, pelo maravilhoso jogo, Mazinho, que não fez nenhum gol, mas participou ativamente do jogo, “carimbou” sua convocação para a Copa nos Estados Unidos.
Este timaço do Palmeiras foi campeão Paulista e Brasileiro daquele ano.
Para o próprio Luxemburgo, foi o jogo da vida.
Assista a um compacto daquele espetáculo:
Foi um jogaço. Incrível.
ResponderExcluirAqueles anos 93/94 foram mágicos e este jogo foi um exemplo daqueles magníficos anos de glória.
ResponderExcluirOlá palmeirenses. Eu também estava nas arquibancadas do velho palestra. Chovia. Mas tudo foi ótimo.
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